Arquivo do mês: junho 2013

Oscar, o bode expiatório de Felipão

Por Filipe (Larson) Prado Almeida

felipao

Não gosto da seleção de Felipão. Não gosto do 3-5-2 ultrapassado e velho – qual outro clube além de Juventus e Inter de Milão jogam assim? Não gosto de apelar às faltas táticas durante todo o jogo, como uma verdadeira metodologia.

Felipão é mestre neste tipo de dinâmica de jogo. O time torna-se competitivo em pouco tempo. Monta-se uma defesa difícil de ser superada, sobretudo pela qualidade dos homens de primeira linha, tirando o lateral direito. Daniel Alves vai mal não é de hoje, mas tem um volante improvisado em sua reserva.

É um time próximo ao de Dunga em 2010. Briguento, pelejador, ao estilo Grêmio. Um time que se preocupa necessariamente em ganhar – note que a discussão não é sobre jogar bonito.

Acho um ultraje Luis Gustavo recuar entre os zagueiros e omitir-se da saída da bola. Assim como os laterais, ops… alas. Ambos disparam e, marcados pelos atacantes adversários (que show de marcação de Cavani, o melhor disparado em campo da semifinal, em cima de Marcelo), são facilmente anulados.

Resultado: a saída de bola fica com um dos zagueiros. Geralmente David Luiz, que se manda e consegue aproximar para tocar. Paulinho é outro que, por ordens do chefe, fica mais preso do que devia, principalmente com dois zagueiros marcando o ar na defesa – Forlán fecha a saída central que seria de Luis Gustavo e os outros dois sobram. Ou seja, o meio campo uruguaio fica com um jogador a mais, além da sobra de um zagueiro em cima de Fred. E a seleção sem saída de bola.

Aí gira a bola, Paulinho e Oscar se movimentam, a bola chega em Daniel e Alves e… bica pra área. Creio que Felipão treina apenas este tipo de jogada. Um estilo covarde, que prefere se livrar da bola para não sofrer contra-ataques. Aí a bucha cai em cima do único armador do time, que é obrigado a jogar pelos lados do campo. Como Oscar vai armar e cadenciar o time sozinho e sem movimentação pra isso? O agora camisa 11 não caiu de produção à toa – com Mano Menezes ele sobrava em campo. Aí o simplismo de culpá-lo é sempre mais cômodo.

Isto é Felipão. Retrógrado, conservador. Submete nossa paixão à necessidade da vitória a qualquer custo. Claro que este pensamento é de uma minoria, vá lá, romântica. Mas o meu futebol é maior que a Copa do Mundo. O meu futebol é condição de emancipação, não tem medo da imprensa. O meu futebol perde em pé, com honra, reconhece a superioridade do adversário (e não inimigo). O meu futebol é reflexo da moralidade e hombridade que quero na sociedade.

Como disse Eduardo Galeano, o mago uruguaio, sobre as manifestações brasileiras: “O povo brasileiro, o mais futebolístico de todos, se nega a seguir aceitando que o futebol se utilize como cartada para humilhar muitos e enriquecer poucos. O mais popular dos esportes quer servir ao povo que o pratica”.

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É o amooooorrrrrr… que mexe com minha cabeça e me deixa assiiiimmmmm

É o amooooorrrrrr... que mexe com minha cabeça e me deixa assiiiimmmmm

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por | 25 de junho de 2013 · 12:09

Juca Kfouri – A Copa das Manifestações

*Tomo a liberdade para publicar um textaço-aço do Juca que saiu originalmente aqui (http://www1.folha.uol.com.br/colunas/jucakfouri/2013/06/1297377-a-copa-das-manifestacoes.shtml). Obrigado Juca, alguém precisa falar certas coisas na grande imprensa.

 

“Políticos e cartolas tentam minimizar as manifestações pelo país afora.

Joseph Blatter diz que o futebol superará os protestos.

Geraldo Alckimin descobriu a pólvora ao ver fundo político nas passeatas.

Marco Polo Del Nero declarou que os atos são coisa de quem não tem o que fazer e endossou a opinião de Blatter: ambos veem oportunismo nos que surfam sobre as atenções que o futebol desperta. Queriam o quê? Que não se aproveitasse o momento em que o mundo está olhando para cá? Brincam com fogo.

Já Aloizio Mercadante repele que se misture política e futebol, mesma falácia de João Havelange, o que lhe permitia conviver alegremente com Videlas e Médicis da vida.

O presidente da Fifa está tão iludido como quando pediu fair-play para evitar as vaias que ele e Dilma Rousseff receberam.

O governador de São Paulo, que se supunha político, repele a prática e, talvez, passe a se dedicar à medicina.

O presidente da FPF que não viu excessos na ação da PM e quer que as pessoas gritem Brasil, parece que além de cego está surdo, porque o que mais se ouviu foi o grito de Brasil nas ruas.

Além disso não se dá conta de como representa muito do que causa a indignação dos ativistas, no faraônico prédio da federação, vampira dos recursos do futebol.

Já o ministro da Educação, cuja maior contribuição para a língua portuguesa foi desmoralizar o significado da palavra irrevogável, aloprou novamente, ao tentar dissociar o indissociável.

O fato é que o povo se encheu e a gota d’água apareceu também na suntuosidade de estádios pagos com o seu dinheiro, dinheiro que a cartolagem e os políticos, além das empreiteiras, querem só para superfaturar. Mas querem que a patuleia pague e cale.

Quando o povo grita para diminuir a tarifa e mandar a conta para a Fifa ou que Copa não, mas saúde e educação, está sendo o mais claro possível.

Tão claro que a seleção brasileira não está sendo confundida nem com os políticos, nem com os cartolas, nem com os empreiteiros, a exemplo do que aconteceu com a seleção tricampeã mundial em 70, quando o país soube distinguir o time da ditadura.

A superestrutura o futebol brasileiro faz parte da miséria nacional. Quem está nas ruas também gosta de futebol e sabe o quanto tudo poderia ser melhor.

Que ninguém perca por esperar, pois a hora da cartolagem está prestes a chegar. E, que raro, Hulk e David Luiz apoiam as manifestações.”

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15 mil x 2

15 mil x 2

06.16.13

Passamos as seis horas seguintes numa minúscula cela de concreto, na companhia de uns vinte porto-riquenhos. Não podíamos sentar, tinham mijado por todo o chão. Ficamos parados no meio da cela, distribuindo cigarros como se fôssemos representantes da Cruz Vermelha. Nossos companheiros tinham uma aparência ameaçadora. Alguns estavam bêbados, outros pareciam malucos. Enquanto ainda distribuíam cigarros me sentia seguro, mas fiquei tentando imaginar o que aconteceria quando eles acabassem.

Em algum lugar de Brasília, pouco depois das quatro horas da tarde de sábado, Neymar marcava um belo gol, um chute certeiro da meia-lua que deve ter rodado o mundo mesmo que o que tem de rodar o mundo é gente correndo de gás de pimenta e bala de borracha só porque quer gritar pra esse mesmo mundo que todo esse circo construído neste terreno abandonado é um abuso, uma covardia, um doce amargo enfiado goela abaixo e sem direito de resposta.

Mas tem um lugar – viva! – com um gol muito mais importante e este não esteve na pauta de nenhuma mesa redonda deste último domingo à noite. Clasher foi pra área e desviou do jeito que deu pro fundo da rede, fazendo o sexto gol da goleada do Autônomos sobre o Rossonero, na Lapa.

O Auto abriu cinco de vantagem – Boça, Bruno, Boça, Bruno e Gabri – e sofreu dois num momento de vacilo. Perto do fim, saiu o gol do Clasher, livre na área aos quase 30 do segundo tempo, livre na vida havia nem 24h.

Mas mais que isso foi um grande orgulho me ver ao lado de Alex, Zago, Jay, Clasher, Borba, André, Cardines, Gabriel, Boça, Bruno, Vinny, Valdivia. E o Guilherme e o Guga lá fora, o Toro também, todo mundo que à noite fez uma festa histórica na Casa Mafalda pra arrecadar dinheiro e colaborar com a fiança dos tantos Clashers, quem jogou de manhã, quem está nessa, todos eles.

Eu ainda peguei o Mandioca perguntando pro Lipe, ali pelas duas e pouco da manhã, se ele imaginava em 2006 que um dia estariam presenciando um momento deste tamanho; e o Gabriel, antes do jogo, lembrou que o Auto já havia feito os três pontos mais importantes de sua história durante a semana.

Pelo Auto, pelo Sema, pelo Clasher, sigamos fortes. E podemos.

Paulo Silva Júnior, meio-campista e escritor.

*O texto começa com um trecho de Rum: Diário de Um Jornalista Bêbado, do mestre do jornalismo gonzo Hunter Thompson, livro que o advogado do Clasher levou pra ele, preso, entre a noite de terça-feira e o fim da tarde de sexta. Baita escolha.

 

 

*texto do meu amigo Paulo Silva Jr. publicado inicialmente aqui (http://www.autonomosfc.com.br/blog/15-mil-x-2) sobre o gol marcado pelo Clasher, outro grande amigo, que havia sido preso durante os protestos da última terça-feira e que, saindo da cadeia, foi direto ao terrão marcar o gol que fechou que a goleada do seu time sobre o adversário. 

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ATO CONTRA CBF E FIFA EM SP DIA 10 DE JUNHO

Você iria a uma audiência pública segunda-feira, cinco da tarde, no centro de São Paulo?

Melhor ainda, você marcaria uma audiência neste dia e horário?

Sabia que isto ocorrerá de verdade no dia 10 de junho em São Paulo e terá a presença da fina flor dos políticos envolvidos diretamente com a Copa do Mundo?

Veja a foto abaixo:

SOLENE.

 

”A Copa do Mundo e as projeções para a cidade de São Paulo”, este é o tema da peleja suja, marcada em circunstâncias para ninguém aparecer, seja pelo dia e horário, seja pela sua divulgação, ou falta dela.

Não se pode ignorar que haverá também ”Sessão Solene de entrega do Título de Cidadão Paulistano – Sr. Joseph Blatter”. A presença deste cara em SP já deixa o ar mais irrespirável do que se sentássemos à beira do rio Tietê e o bando de puxa-saco, com o nosso dinheiro, vai prestar uma homenagem a este mafioso.

Falando em mafioso, estarão presentes Aldo Rebelo (ministro dos esportes), Ricardo Trade (diretor executivo do Comitê Organizador Local – COL), Marco Polo Del Nero (presidente da Federação Paulista de Futebol e comparsa oficial da CBF) e ele, mais sujo que cú de porco, o senhor José Maria Marín, em carne, osso e medalha.

É inadmissível esses e outros tantos bandidos se reunirem sob nosso nariz e não fazermos nada. Por isso haverá um protesto contra a realização desta palhaçada neste mesmo local.

DATA: 10 de junho, segunda-feira

LOCAL: Viaduto Jacareí, nº 100/Palácio Anchieta (próximo ao metrô anhagabaú)

HORÁRIO: Primeira mesa começas às 13hrs e a segunda, que contará com a presença de Marín, às 17hrs

Facebook: http://www.facebook.com/events/550421881682934/

O FUTEBOL É DO POVO, NÃO DESSES BUROCRATAS CORRUPTOS!

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CARO ALEXANDRE PATO, O SENHOR É UM PLAYBOY

alexandre-pato1

Playboy |pleibói|
(palavra inglesa)

s. m.

Homem ou rapaz que procura prazeres e diversões e tem uma vida social intensa, nomeadamente no que se relaciona com as conquistas amorosas, e ostenta geralmente riqueza.

Plural: playboys.

Caro Alexandre Pato, o senhor é um playboy. Playboy não é dinheiro no bolso, é atitude. Não precisa ter dinheiro para ser um babaca. O dinheiro ajuda bastante, do mesmo modo que ele faz com que outros elementos ruins de cada um aflorem.

A sua atitude vestindo a camisa do meu time é indigna, parece que está fazendo um favor. O seu desleixo e despreocupação só me fazem crer mais ainda na atitude contrária ao futebol da diretoria do clube. O senhor é a caracterização da distância clara entre jogador e camisa. Não peço que seja multicampeão, faça jogadas lindas. Peço que tenha raça, gana, vontade de ganhar, correr e,  acima de tudo, disposição.

A sua carinha blasé perante meus olhos me faz questionar o que você está fazendo lá. Um time que teve Ezequiel, Basílio, Neto, Rivelino, Zé Maria, Wladimir, entre outros tantos, não deveria permitir que um bunda mole como você pisasse sequer no quarteirão do CT.

Volte pra Itália. O seu lugar é na Europa mesmo, com a sua bela garota na garupa de sua Vespa, agarrada ao seu paletó de tons pastéis enquanto você dirige, de óculos escuros e cachecol, em direção a um café em frente a uma praça qualquer para, depois de ajeitar o seu mocassim, relaxar degustando um café com petit gateau em uma agradável tarde de primavera.

Você não é ídolo de nenhuma torcida e nunca será, pois não corre sangue nas suas veias, você não tem brio. Eu nunca assisti a um jogo sequer em que você tenha deixado uma marca consistente. Pra sempre vai deitar na fama daquele longínquo jogo entre Inter e Palmeiras que, de fato, você arrebentou.

Vira macho meu irmão, honre aquilo que você se comprometeu a fazer. Acho que só vi tamanha manezice em atitudes ao relembrar o desimportante Rubens Barrichelo. O Felipe Massa também é outro playboy mané, sejamos justos, mas o ponto não é esse. A mim não importa a sua humildade e disposição nos treinos, que é noticiada como se fosse alguma coisa muito fantástica. Você transita entre o chinelinho, o baladeiro e o Robinho, que consagrou o estilo preguiça moleque do qual você é adepto, fazendo coraçãozinho na hora de comemorar e namorando atriz global.

Mas não se preocupe, com o tanto de grana que você ganha o mundo te perdoará, aliás, te premiará exatamente por você ser a personificação que eu disse anteriormente, o rapazinho FIFA, asseado, apolítico, sem atitude, sem sal, sem graça, sem porra nenhuma. Olha aí, conseguimos achar uma definição pra você: porra nenhuma.

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NAZISMO X RESISTÊNCIA

dinamo de kiev

Fonte: http://www.facebook.com/HistoricasImagens

 

A comovente história do Start FC e de seus mártires do “jogo da morte” contra a ocupação nazista.

Em 1941, o exército nazista invade a Ucrânia e em pouco tempo toma a capital Kiev. Internamente, alguns civis tentavam organizar a retomada e enfraquecimento da ocupação alemã, entre eles estava o goleiro do Dinamo de Kiev, Nicolai Trushevich. Sem grande sucesso, em meados de setembro, Trushevich e alguns de seus ex companheiros de time se encontravam famintos e desnutridos. Foi neste momento que o arqueiro foi reconhecido por um padeiro fanático por futebol, o padeiro lhe ofereceu o cargo de servente e um abrigo – este emprego impediu o goleiro de ser mandado para a Alemanha, onde realizaria trabalhos forçados. Logo outros jogadores do Dínamo também foram chamados para trabalhar no local.

Em 1942, como estratégia para ganhar apoio dos ucranianos, os nazistas tentaram normalizar dia após dia a rotina das cidades ocupadas. Para tanto, uma das estratégias que mais angariou público e apoio, foi uma série de jogos amistosos entre times formados por soldados húngaros, romenos, nazistas, e, por fim, algumas equipes ucranianas. Entre os times locais, estaria uma equipe formada por ex jogadores do Dínamo de Kiev, contando com Trushevich e seus companheiros que foram ajudados pelo padeiro; conseguiram montar uma equipe e realizar treinamentos no terreno dos fundos do estabelecimento. O time foi batizado de “Start FC”.

Em seus primeiros jogos, em meados de junho de 1942 os resultados foram animadores, goleadas de 7×2, 9×1, 6×0. Logo os governantes nazistas entenderam que aqueles resultados poderiam criar um problema novo para o regime. Ao final de 1942, após diversas partidas, o Start FC terminou a temporada de forma invicta, e como suspeitavam, as vitórias daquele time acabou se transformando no símbolo do nacionalismo ucraniano, fomentando manifestações nas ruas e elogios da imprensa local.

Para contrapô-los na mesma moeda, os nazistas criaram um time que simbolizaria o nacionalismo alemão, e em consequência, a superioridade racial e técnica dos alemães. O time foi formado por 6 dos melhores jogadores do exército alemão. No confronto entre as equipes, mesmo com uma arbitragem totalmente parcial, o time local venceu por 5×1. No dia seguinte, entre ucranianos orgulhosos e eufóricos, alguns avisos foram colados pela cidade marcando uma “vingança” para o domingo próximo – podemos ver a imagem dos panfletos nesse link (http://en.wikipedia.org/wiki/File:Death_match_bill.jpg).

Chegada a data marcada para a revanche, os times ainda se encontravam no vestiário quando um oficial da SS entrou para falar com os ucranianos. Este recomendou que “não seria interessante que o Start vencesse a partida”, além disso, “esperamos que façam a saudação nazista antes do jogo”.
Equipes perfiladas em campo, o time alemão faz a saudação nazista para os governantes presentes, no entanto, ao contrário do que foi pedido e de forma corajosa, nenhum jogador do Start faz o gesto, causando aplausos eufóricos da torcida local.

Começada a partida, novamente a violência dos alemães ficava evidente, mas também o seu superior vigor físico, e aos 15min abria-se o placar em favor dos nazistas. Em jogo marcado pela virilidade/jogo de força dos nazistas, e técnica/inteligência dos ucranianos, o resultado final foi 5×3 para os locais. Na saída do estádio foi possível ver inúmeras comemorações pelas ruas de Kiev, um jornalista local chegou a afirmar que “os ucranianos ganharam sua maior felicidade naquele verão”.

Porém, semanas depois, alguns jogadores foram chamados na Gestapo. Lá, foram torturados e agredidos durante dias e depois enviados ao temido campo de concentração de Syrets. Em uma noite de frio, foi realizado um sorteio macabro. Soldados nazistas afirmaram que era preciso diminuir a lotação do local, e de forma intercalada alguns seriam escolhidos para viver ou morrer. Entre os mortos estavam, Klimenko, Trushevi e Kuzmenko, os três líderes do Start FC.

Demonstrando coragem, força e patriotismo, esses jogadores enfrentaram a força desproporcional da ocupação nazista através do poder de mobilização e força do futebol. Quando tudo parecia perdido, eles jogaram e mostraram aos seus inimigos que o jogo só acaba quando o juiz apita. Até hoje estes atletas são lembrados pelo Dínamo de Kiev. Na frente de seu estádio existe um monumento erguido em 1971 em homenagem aos atletas que morreram defendendo, antes de tudo, a liberdade e o esporte.

Para saber mais sobre a história, recomendo este excelente documentário da ESPN
http://www.youtube.com/watch?v=e8r3sUWp-P8

Texto de Rafael Gota
Administração Imagens Históricas

Foto: “Futebol & guerra: resistência, triunfo e tragédia do Dínamo na Kiev ocupada pelos nazistas”

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